Blog do Ronaldo

31.03.2007
















Escrito por ronas às 02h38

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30.03.2007

ora, pombas




Além de exímios esgrimistas e boqueteiros, os franceses também são internacionalmente conhecidos por sua dedicação total à limpeza física e mental.
A maior prova disso aconteceu no dia em que tomava um lanchinho com a amiga Mara Liz no Fran's Café dos parisienses, uma rede de cafeterias chamada Paul [vê se pode] - um ambiente hermeticamente fechado à prova de frio - quando duas pombas entraram pela porta e pousaram no balcão ao nosso lado. Ficaram lá as duas se divertindo com os restos que alguém deixou.
Só uma meia hora depois uma funcionária veio enxotar os bichos, enquanto outra abria a porta pra eles sairem. Parecia que as pombas eram freguesas freqüentes, tal desenvoltura no entrar e sair do recinto.
Vale lembrar que em Paris os atendentes de padarias pegam o seu pedido com as mãos, sem luvas ou qualquer instrumento. E vale lembrar que pombas são pombas, também chamadas ratos que voam, em qualquer lugar do mundo [bom, tem gente que come pomba, mas isso é outra história].



Escrito por ronas às 01h55

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28.03.2007

très biche




Desnecessário dizer que a culinária francesa é uma referência mundial; o fuá grrá, os escagô, os queijos apodrecidos, tudo isso empina o nariz quando se trata de nouvelle cuisine. Aliás, em Paris, até o cuspe no chão vira uma coisa très chic.
Agora, obrigar o café italiano a se "maquiar" de Jean-Paul Gaultier é demais da conta.





Escrito por ronas às 18h50

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27.03.2007

dedilhado




Quando a gente volta de férias, de cara as pessoas perguntam como elas foram, e obviamente a gente responde, foram legais e tal. Mas a resposta correta é "minhas férias foram curtas". Férias, não importa a duração, são sempre curtas, e geralmente só percebemos isso quando voltamos a trabalhar.



De qualquer forma minhas férias foram legais e tal, mas como houve o grande momento quebra de dedo, muita gente chegou logo querendo ver o dito cujo, e ficaram bastante frustradas porque não tinha nenhum osso exposto ou uma tala modelo francês.



A explicação, como se vê na foto e na radiografia, é que o quebrado foi "só" o esmagamento do osso sob a unha, portanto impossível e desnecessário se fazer uma tala ou engessar. Entretanto, a título de curiosidade, fotografei também o método que os cirurgiões parisienses indicaram como o mais adequado para o tratamento desse tipo de fratura.



Segundo esses médicos, o uso de bicos de baguetes é uma técnica milenar extremamente eficaz, já utilizada por Napoleão, e, mais recentemente, por Zidane, no episódio conhecido por embroglio de la tête sauvage.







PS: Importante frisar que baguetes são ícones franceses por excelência, portanto logo voltarei a falar delas.



Escrito por ronas às 19h55

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25.03.2007

retorno de jedi


Tournée por Paris começou com um dedo quebrado e terminou com uma mala perdida em Cumbica. Logo algumas histórias aqui, mas no momento vou me dedicar a por em dia o trabalho, que está atrasadíssimo. Salut!



Escrito por ronas às 23h10

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15.03.2007

dicionario sem acentos


Em Portugal assim se vai ao banho; azul. E assim tambem se escova os dentes ou leva-se o cachorro pra passear.



Ao lado do Refilao fica a loja O Barulhao, que, ao contrario do que muitos pensam, nao vende fogos de artificio, nem toca death metal. Aqui vende-se o presente do dia do pai. E ainda me pergunto qual deles



O restaurante Brazuca abre uma brecha para alguem inaugurar oficialmente no Brasil uma padaria chamada Portuga.



Assim os portugueses lidam com suas mulheres. Isso se chama primeiro mundo.



Se a sua mala tiver a forma de um poligono ou de uma lesma, aqui e o lugar para despacha-la.



Simples: tem filhos gemeos, 30% a menos no orçamento.



Direto ao ponto; que os peoes saibam o seu lugar na sociedade. Sem brincadeira, em Portugal os peoes de obra sao chamados de trolhas.



Mais uma demonstraçao de primeiro mundismo, uma cidade onde o adolescente vai para encontrar uma profissao. Infelizmente a cidade nao se chama cidade do emprego, ai o pobre adolescente fica deprimido, bebe, se droga. Mas entao, no caminho, o jovem da uma passada na loja da reabilitaçao e tudo se resolve. Acho.



Minha unica reclamaçao e que o restaurante estava fechado quando na porta informavam estar aberto.



Os Veados com Fome nao somos nos, apesar de que foi dificil encontrar um restaurante aberto as 5 da tarde. E fora que eu nao sou veado, sou puta.



Escrito por ronas às 22h47

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segundo ato

Ia escrever mas acabei de prender os dedos num sofa cama. O teclado frances nao ajuda a encontrar os acentos. Volto depois.

Escrito por ronas às 21h27

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14.03.2007

primeiro ato

 

Querido dEUS,
como nós dois sabemos, o senhor não gosta muito de mim, visto que sadicamente me mantém sob a tortura da vida dia após dia.
Portanto, venho encarecidamente lhe pedir que mantenha as coisas como estão e não permita que este avião caia.



TAP 0192, 11 de março

Escrito por ronas às 10h41

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09.03.2007

intervalo





Não dava pra acreditar, quando me dei conta não conseguia me mexer e tudo que eu via era a cara das pessoas olhando pra mim atentamente. Elas ficavam ali um tempo e depois iam embora; então vinha outra pessoa e isso se repetia.
Dois dias se passaram e senti um peso sobre minha cabeça. Eu ali estatelado e o peso na minha cabeça.

E pra completar agora as pessoas ficavam olhando pra cima da minha cabeça e começavam a rir. Gargalhavam os fdps. Será que era um chapéu ridículo? Que falta de sensibilidade, eu colado sem me mexer e alguém coloca sei lá o que na minha cabeça. E ainda ficam rindo.

De vez em quando voltavam a olhar pra mim, limpavam as lágrimas dos olhos, limpavam o sorriso da cara, ficavam estáticos me olhando, e iam embora. Angustiante.
À noite não aparecia quase ninguém e a luz apagava e eu dormia em paz.

Passou mais um tempo e acordei sentindo mais peso sobre minha cabeça. Saco.
Ouvia os risos, algumas caras novas vinham me olhar, cada vez menos, devo dizer, aí limpavam as lágrimas e iam embora.

Um dia ficou tudo escuro. Não via mais ninguém, ninguém mais vinha me ver. Sentia que o peso na cabeça tinha aumentado mas já não me incomodava mais. Só os risos continuavam, bem baixinho.
Foi aí que ouvi uma voz.
- Vai embora, hein?
- Como assim? Quem tá falando?
- Sou eu, aqui em cima, hahaha.
- Ãh???
- Aqui, cara.
- Não te vejo, quem é você?
- Sou o post depois de você. Você tá no fim da linha.
- Ãh???
- É, só cabem 7 por página, você vai embora, hahaha.
- Engraçadinho...

E de repente não ouvi mais nada. Sumi. Eu era um post passado. E nem engraçado eu era.



Escrito por ronas às 20h44

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espinho, que bom suar, paris


Atrasado, só consegui férias agora. 15 dias revendo amigos em Portugal e França. Tentarei aparecer aqui, e talvez a Jow conte alguma história.
Eu espero trazer muitas. Beijos.



Escrito por ronas às 20h38

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que não quer calar


Por que o presidente da Alemanha, que também está na cidade, não teve o mesmo aparato de segurança que o Bush? Por que o Bush não fez uso da segunda maior frota de helicópteros do mundo? Quando o Lula [ou qualquer outro presidente do Brasil] for pra Washington vão parar a cidade pra ele passar?



Escrito por ronas às 20h38

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08.03.2007

o dia da bruxa


Por falar em Brush, não podia deixar passar que hoje é [ou quase já foi] esse absurdo chamado Dia Internacional da Mulher.
Absurdo primeiro porque é uma coisa super preconceituosa. Onde já se viu fazer um dia onde a gente simplesmente ignora a existência da mulher nacional. O que que a mulher internacional tem que a mulher nacional não tem? E digo mais, por experiência própria, a melhor mulher do mundo é a brasileira, só que de férias. Sei lá o que acontece, mas de repente, em férias, bate na mulher brasileira uma baita vontade de dar que ninguém segura. No fim vai ver que é disso que estão falando, o Dia Internacional da Mulher nada mais é do que uma homenagem à brasileira internacional, que em viagem de férias ao exterior dá mais que xuxu na serra, mesmo que no país que elas estejam não haja xuxu, ou serra. Mas mesmo assim não se pode esquecer a mulher que está em férias pelo Brasil, que é mais pobre mas também fica com o fogo e resolve que quem sabe faz a hora não espera acontecer.
O absurdo segundo é motivado por uma outra suposição, a de que na verdade o internacional em questão esteja relacionado ao time de futebol gaúcho. E daí é o fim da picada, pois todos sabemos das qualidades das mulheres torcedoras do Grêmio, ou até de outros times de outros estados. É ridículo um dia que simplesmente ignora as torcedoras dos outros times.
De qualquer forma, e isso já foi discutido num Fogo no Rádio que não foi ao ar ainda, há dias muito mais importantes para serem comemorados. Por exemplo, e isso sem fugir do assunto mulher, poderíamos comemorar o Dia do fim da TPM, o Dia da Bruxa que dorme ao meu lado, o Dia em que ela carregou as malas, ou, mais que fundamental, o Dia da Bunda Mulher Nacional. Não há nada mais importante pra se comemorar do que a bunda da mulher brasileira. Alguns até vão argumentar que isso nós comemoramos todos os dias, e é bem verdade, porém com um dia específico para isso a vida seria mais interessante, pois ao invés de programas de televisão dedicados ao conceito mais que vago de mulher internacional, teríamos uma profusão de bundas em cadeia nacional, cada emissora concorrendo para mostrar a melhor seleção de bundas do planeta. Quem pode negar que isso seria sensacional? E politicamente correto, já que em defesa do mercado interno.
Portanto, meu amigo, ainda não é tarde demais, se sua mulher chegar do supermercado querendo um carinho extra [e carinho para a mulher é algo que não sabemos o que é - só sabemos que não é sexo], argumente com tudo isso que eu escrevi acima. E mande ela mostrar a bunda, pra saber se ela [a bunda ou a mulher, você decide] é merecedora de alguma comemoração.



Escrito por ronas às 21h54

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hora do bush


O pateta chega como sempre, invadindo e causando caos.
A vizinhança do hotel já foi maquiada de muros pintados, retiradas de barracos, e a previsão é que o trânsito fique caótico por causa do sistema de segurança.
Trânsito caótico em São Paulo é pleonasmo. Dá pra piorar? Ou será que vai haver um processo inverso e vai ser super legal pegar a Avenida dos Bandeirantes às 5 da tarde? Mais ainda, vão surgir flores e maçãs nas árvores quando o pateta passar.
Com todo esse aparato em volta; os milhares de policiais que vão deixar de tirar uma grana dos camelôs, o segredo quanto às rotas a se tomar, bem que o pateta podia fazer seu desfile no papamóvel [podiam até mudar o nome pra patetamóvel], com direito a tchauzinho para o povo que o idolatra.
Tá na hora da Secretaria de Turismo [ainda existe isso?] repensar suas táticas de marketing. Eles deviam vender São Paulo como ela é. Por exemplo, colocar o pateta num Fiat Uno básico, cercado pelas blazers das vacas de tailler, afogado no meio de uma marginal numa tarde de chuva de verão.
Quem sabe ele não volta nunca mais.



Escrito por ronas às 12h11

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07.03.2007

momento secretino




Antigamente, quando não havia essa população de celulares, messenger, orkut, flickr, multiply, myspace, blogues, banda larga, e, claro, modess com cheiro de chiclete; as secretárias passavam o tempo rabiscando nos papéis enquanto falavam ao telefone. Eu não era uma secretária, mas invejava aquela capacidade de concentração desconcentrada, e às vezes eu brincava que era.



Escrito por ronas às 00h18

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despedidas


Toquei a campainha do prédio e o porteiro como sempre atendeu.
- Sim?
- Eu vim falar com Miguel.
- Quem quer falar?
- Jonas.
- Um momento.
- Ok.
.......
- Pode subir, o senhor sabe onde é?
- Sei.

Como iria esquecer onde era. Miguel, meu melhor amigo, um dia na cama com Gil, que agora chorava em casa. Nossa casa.
Desacelerei os passos para olhar as plantas em volta da passarela acarpetada que me levava ao elevador. Essas plantas não estavam aqui daquela vez. Não senhor, daquela vez era tudo cinza.

Daquela vez começou com um telefonema da Marisa.
- Jonas, vamos almoçar? Preciso falar uma coisa séria com você.
- Xi... ok.
No restaurante Marisa foi logo dizendo.
- Isso vai doer.
- Fala.
- Ó, eu acho tudo isso uma grande merda, mas não sei o que fazer, nem a sessão de análise resolveu, sei lá, talvez tenha resolvido....
- Desembucha.
- .................................
- Fala, Marisa.
- ...... tá.......... a Gil tem um caso com o Miguel, não sei muito mais que isso, mas você é meu melhor amigo e na análise....
- Fala.
- .................................???
- Onde eles tão agora?
- ...... no apartamento do Miguel, mas Jonas, por favor, não pense em....
- Tchau querida.
Levantei-me e beijei Marisa na bochecha.
- Espera Jonas...... merda.....
Ainda, caralho, chovia um monte. O apartamento de Jonas ficava umas 6 quadras dali. Nem longe pra um ônibus, nem perto pra caminhar num temporal. Cheguei lá ensopado.

Apertei o botão do elevador pensando naquela porra de dia. Miguel atendendo de roupão com uma cara de cú que eu jamais havia visto na vida.
- Ela tá mesmo aí?
A cara de cú se desvaneceu.
- Tá.
- Ok.
E caminhei mais naquela chuva por horas, pelo parque, pisando com raiva nas poças.

Agora eu no elevador pra voltar àquela porta e ver aquele roupão.

Um dia o telefonema da Gil foi assim:
- Jo querido, escuta, querido, escuta, eu te amo.
- Você quer vir pra cá?
- Quero.
- Então vem.

Quando havia sido a tragédia? 4, 5 meses atrás? Faz tempo que não encontro Miguel.
Cheguei. Deitei as malas no chão e toquei a campainha. Miguel abriu a porta com um sorriso.
Encarei seus olhos e sorri de volta: "obrigado por me deixar ficar aqui."



fevereiro de 2005



Escrito por ronas às 00h10

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06.03.2007

tempos modernos




Veja a versão comunista de Super Mario.



Escrito por ronas às 10h58

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10 coisas que eu gosto...






...e que não combinam com os tempos atuais.

1. CDs que contêm apenas as músicas do LP original. Nada de bônus, versões extended ou ao vivo.
2. Bandas que lançaram apenas um, ou, no máximo, dois discos.
3. Discos de estréia que não têm fotos da banda na capa.
4. Capas em preto e branco com contraste estourado.
5. Grupos cujos integrantes são alcólatras e não viciados em xtc.
6. Power trios.
7. Mulheres que gritam no microfone.
8. Grupos que não tenham canções com solo de guitarra.
9. Cantores e cantoras desafinados.
10. Bandas onde pelo menos um integrante cometeu suicídio.



originalmente publicado no Atonal em novembro de 2006



Escrito por ronas às 09h14

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04.03.2007

lua de verdade




Acredite se quiser, mas isso é o eclipse de ontem. O primeiro que eu vi tão "nítido" na vida.



Escrito por ronas às 15h23

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02.03.2007

a luta continua




Continua minha busca pelo entendimento [mínimo, vai] do universo feminino. Dessa vez sobram perguntas:
O que é, ou, pra que serve um banho de lua?
1. É porque as mulheres são de lua e acabou o efeito?
2. É porque elas gostam de lobisomens?
3. Ou é apenas mais uma forma delas gastarem dinheiro pra ficarem meladas?

E mais:
4. Uma lua de chocolate engorda? A de maracujá enruga a pele?
5. E esfoliação? É uma forma de tortura? Elas podem usar isso na gente?

Socorro!!!!!!!!!!!!!



Escrito por ronas às 21h12

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menu de opções


Dois links novos no menu ao lado.

1. Quem nunca teve uma mini crise na hora de escolher um lugar pra comer?
Muitos casamentos acabaram por causa disso, e dizem que a Guerra Fria também teve início quando o americano pediu um hamburguer em Moscou. Foi um dEUS ortodoxo me acuda.
De lá pra cá muita coisa mudou na seara alimentícia dos povos, mas casamentos ainda dão piruetas na hora do "onde jantar". Então se você quer salvar seu casamento, e tenha certeza que você quer mesmo isso, uma dica é acessar o Braun Café, da colega Dani. Bares, restaurantes, receitas e muita coisa esquisita, tudo contado em textos bem escritos e bem humorados.
E caso seu casamento vá a falência, você sempre pode utilizar o Braun Café pra escolher um lugar pra levar seu futuro pretendente, ou simplesmente a turma toda pra enxugar suas lágrimas.



2. Oriunda das profundezas exóticas de Belém do Pará, eis que surge Jow Lee Ana, a moça que fez tanto sucesso em seu blogue que acabou sendo contratada pra trabalhar com a pessoa mais legal do mundo, eu. As histórias e viagens de Jow Lee têm um quê de uma coisa que eu não sei bem o que é, mas é bastante do que eu sempre quis ter e nunca tive coragem, nem talento, pra tentar. Algo assim.
Jow Lee já foi convidada pra escrever aqui, e espero que um dia ela apareça. Enquanto isso não acontece de um rolê pelo blogue, e caso você não goste dos textos, experimente cheirar seu monitor, pois nunca se sabe que coisas estranhas podem exalar de lá.



Escrito por ronas às 19h42

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01.03.2007

sabe as pautas do Fogo no Rádio que vamos gravar hoje?


Pois é, eu também não.



Escrito por ronas às 10h38

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a imensa retrospectiva fotográfica



Portugal, 2004



Escrito por ronas às 00h27

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test drive






eu, em algum lugar de 2000



Escrito por ronas às 00h01

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