Blog do Ronaldo

30.11.2006

coisas que eu encontro e que ninguém acredita




Barbárie. Em plena cidade de São Paulo, há poucos dias do Natal, uma família de papais noéis é sumariamente executada por enforcamento. Uma vergonha.





colaborou: André

Escrito por ronas às 16h15

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29.11.2006

necas de pitibiribas

Quem acompanha este blogue sabe que primamos por um jornalismo sério e profissional. Nosso objetivo sempre foi, é, e sempre será, discutir profundamente os temas contemporâneos de forma direta e esclarecedora.
Por esse motivo, obviamente um dia iríamos acabar tendo que pisar em ovos. Pois prepare-se, porque o ovo que vem pela frente é estarrecedor - a maioria das vezes os ovos que vêm por trás é que são estarrecedores, mas dessa vez o ovo vem pela frente mesmo. E o que você vai ver é estarrecedor como um omelete. Tire as crianças da sala.

Num esforço de reportagem, coragem e perspicácia, resolvemos enfrentar a maior incógnita de todos os tempos, o maior temor de todos os homens. Nada de Big Bang, nada de física quântica, Wu Li Masters ou Marcelo Gleiser.
A Caco Galhardo Corporation, mais uma vez em parceria com Dino de Laurentis, orgulhosamente apresenta: "Universo Feminino", mini-série em 27 mil capítulos, contando tudo o que você queria saber, e principalmente, tudo o que você não queria saber sobre esse fantástico ser alado e perfumado que cerca nossas vidas, a mulher. Todas as mulheres, incluindo a sua, a minha, e a do vizinho.
Vamos desvendar o mistério da dúvida na hora de escolher um restaurante; os motivos que as levam à fúria durante o jogo futebol, e, ineditamente, redundantemente, pela primeira vez num blogue, a diferença entre celulite e estrias - mas isso só lá pelos últimos 100 capítulos, porque queremos manter você aqui lendo.

No primeiro capítulo, para nossa grande estréia, convocamos o popular ronas, que decidiu desbravar sozinho um dos territórios mais secretos da alma mater, o banheiro.





Este é o interior de um banheiro feminino. Como você pode perceber não difere muito dos banheiros masculinos, fora o fato de que a tampa da privada está levantada.





Aproximando a câmera captei um detalhe. Mas o que será aquilo?





Foquei e fotografei. Enviei a imagem por celular para minha assistente em Moscou. Marushka é tricampeã mundial de joquempô. Solicitei que traduzisse a imagem pra mim.





Impressionante mesmo. É por isso que somos tão diferentes. As regras de obediência diferem totalmente do conceito de masculinidade.
Mas a questão que me levou à completa e final ignorância em relação ao "Universo Feminino", foi: por que diabos alguém subiria no vaso sanitário?



música de encerramento



No próximo capítulo: rouge pra quê?
Saiba porque a mulher se enche de cheiros e pós e cremes pra ficar mais sebosa justo naquela noite. Descubra novas fragâncias que podem até te excitar num boquete, e a óbvia verdade por trás do baton de chocolate. Até lá!



Escrito por ronas às 00h12

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27.11.2006

coisas que eu encontro e que ninguém acredita



Esse raríssimo specimen de pé de bexiga eu encontrei na casa do meu amigo imaginário Mambo.
O pé de bexiga, também conhecido como pé de balão, para quem não sabe, está em extinção graças ao pica-pau, que estoura os frutos dessa linda árvore, não permitindo que o ciclo da natureza se perpetue.
Se você encontrar um pica-pau pela frente, troque uma idéia com ele, diga que é feio fazer isso. Seja delicado mas seja firme, pois se o pica-pau fizer qhéqhéqhé-qhéqhé!, como no desenho animado, é porque ele confundiu sua cabeça com um fruto do pé de bexiga e vai te atacar.
Caso isso aconteça - é raro, mas conheço casos - corra para a banheira mais próxima, encha-a de água gelada e pule dentro. Cuidado, água quente baixa a pressão, intensifica o teor da droga que você estiver usando, e na luta com o pica-pau é importante estar ligado.
Caso o pica-pau não te ataque, é sinal de azar. Então procure um pipoqueiro, e quando o encontrar, peça um saquinho de pipoca doce, daquelas vermelhas. Isso não vai tirar a uruca do pica-pau, mas vai fazer você ficar com a boca doce. E a língua vermelha. Os escandinavos acreditam que isso atrai o sexo oposto, e já que é para ter azar, que pelo menos seja azar com sexo, certo?
Voltando ao pé de bexiga, o Mambo me ofereceu uma muda, mas alertou que eu precisava regar com ginger ale, por isso, desencanei. E só tirei essa foto para você ver que eu estou falando a verdade.



Escrito por ronas às 00h00

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3 razões para SER um cartunista



1. Ter um pijama maneiro
2. Ter um sorriso Colgate
3. Ter todas as mulheres que você quiser [item opcional]



Escrito por ronas às 10h35

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24.11.2006

3 razões para NÃO SER um cartunista



1. você desenha mal
2. suas piadas não tem graça
3. sua barriga é desproporcional [item opcional]



Escrito por ronas às 20h53

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alma do negócio

Calma, esse negócio não é nada disso que você está pensando.
Apenas que coloquei o link pro FOGO NO RÁDIO aí no menu ao lado.
Prá quem não sabe ou tem raiva de quem sabe, FOGO NO RÁDIO é uma produção Caco, Pands, eu e Dino de Laurentis. É um programa de rádio muito ruim, mas se você for um patrocinador, é um programa de rádio muito bom. E a gente ia adorar bater um papo com você.
O layout da rádio mudou, e se você tentou antes e não conseguiu ouvir, vale a pena tentar de novo. Você só sai ganhando, pois, das duas uma, ou você ouve e xinga a gente, ou não ouve e xinga o UOL.



Escrito por ronas às 10h46

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23.11.2006

coisas que encontro pela frente



Encontrei e não tive a manha de pegar.



Escrito por ronas às 18h46

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coisas que eu NUNCA encontro pela frente



Natalie Wood num teatrinho.



Escrito por ronas às 18h46

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22.11.2006

nomes aos bois

Diz-se que as famosas piadas de português contadas no Brasil têm a seguinte origem; os portugueses aqui, quando iam contar uma piada, iniciavam sempre assim: "era uma vez um alentejano...." Os brasileiros, ao passar a piada para frente, acrescentavam que era a piada do português [aquele que a havia contado anteriormente].
As piadas de português geralmente incluem o Manuel e o Joaquim, possivelmente os nomes masculinos mais comuns em Portugal, ou provavelmente os nomes mais comuns dos descendentes de portugueses no Brasil. Entretanto, acho que com o passar dos anos isso mudou um pouco.
Durante minha estada em Portugal, o nome mais que mais ouvi foi Rui. Dos 8 portugueses que conheci 3 eram Ruis. Volta e meia via os créditos na televisão e havia muitos Ruis, principalmente Rui Pedro [gostam muito de combinações de nomes por aquelas bandas]. Um dia pedi um cartão numa loja de artigos veterinários e o nome do atendente: Rui. Noutra vez fiz um tour numa cave no Porto e a moça apresenta nosso guia, o Rui. E para finalizar, estava na praia com meu cão e ele começa a brincar com outro cão. O dono se aproxima, conversamos um pouco e, quando nos despedimos, nos apresentamos [estranho isso de se apresentar na despedida....]; o nome dele, Rui.
Portanto, além dos meus amigos, existia o Rui da loja, o Rui da cave e o Rui da praia.
Nomes são nossa primeira herança e alguns acreditam que eles podem determinar nosso futuro, mas acho que isso de mudar os nomes de vez em quando seria uma boa solução para facilitar o entendimento quando aparecem nomes muito comuns entre nossas relações. Imagine ao telefone: "alô? Quem é? Ah, Maria Dentista, tudo bem?" Era assim no passado, não? Os Smiths ingleses, nossos Ferreiras, ou os Schoenmakers holandeses, sobrenome dos sapateiros. Devia tudo continuar assim, e mais, nossos nomes deveriam mudar conforme ficassêmos adultos. Para um chefe em potencial eu poderia dizer assim: "sou o Ronaldo ex-assistente de fotográfo, ex-promo mtv, ex-designer, atualmente pretenso blogueiro". Ninguém confundiria, e o curriculum vitae iria junto.
Para cada situação nós teríamos um nome diferente. Numa paquera o rapaz se aproxima: "oi, gostaria de um drink? Meu nome é Carlos ex-Julia ruiva, ex-Paula morena, ex-Ana loira, esta noite por acaso sem namorada". Isso evitaria perguntas mais para a frente.
Com os nomes auto-explicativos a vida ficaria muito mais simples e direta, como numa conversa de bar que pesquei recentemente: "por falar em cara-metade, lembra do João Bafo de Onça e da Cristina Nariz Tapado? Pois é, se casaram".


adaptação de um post que escrevi em algum blogue cujo nome esqueci



Escrito por ronas às 20h31

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21.11.2006

por que nasci no lugar errado?



Clique aqui e chore comigo.



Escrito por ronas às 17h43

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20.11.2006

dia da consciência negra, branca e vermelha


















Escrito por ronas às 13h49

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17.11.2006

chave de



Clique aqui para saber mais.



Escrito por ronas às 17h04

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15.11.2006

o meu, o seu, o nosso Bobueno




Por falar em bater em freira, assim é fácil brincar de fazer humor.
No primeiro gol do Brasil contra a Suiça, Galvão Bueno esperneia: goooooooool do Brasiiiiil!!! Maicon, camisa 2.
A imagem mostra o número 3 subindo para cabecear para o gol.
O repórter Tino Marcos corrige: o gol foi de Luisão.
E Galvão não perde o rebolado: exatamente o que eu disse, Luisão.

•••

Numa jogada do segundo tempo. Galvão informa com precisão: subiu Luisão pra cabecear [era Maicon], a bola raspa em Maicon [era Juan] e sobra para Juan [era Luisão].

•••

Galvão Bueno: isso é um absurdo, não foi impedimento.
O juiz comentarista, Arnaldo César Coelho: Foi impedimento.
GB: Não foi.
ACC: Foi.
GB: Não foi.
ACC: Foi.
GB: Não foi.
Resumo: havia sido impedimento.

•••

O técnico Dunga vai fazer uma alteração na seleção brasileira. Vai entrar Diego. O expert Galvão avisa: agora é óbvio, vai sair o Kaká. E saiu o Elano.

Assim é fácil.



Escrito por ronas às 19h33

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14.11.2006

Re: essential important



Ok, o assunto é velho e inútil.
Spams, quem nunca recebeu um? Por mais que você exagere na dose e crie um enigma na sua conta de e-mail, por exemplo, ronasbxt00946tcv@xuol.om.brb, você algum dia acaba recebendo um Spam. E uma vez que você recebe o primeiro, babau, não param de chegar outros.
A medida que as companhias de segurança online criam filtros que conseguem separar o lixo do não lixo, volta e meia esses bruxos da informática conseguem burlar "a lei" e invadem o espaço íntimo do seu Inbox. E basta uma sapeada na caixa de Junk Mail para ver o quanto você poderia estar ainda mais vulnerável.
O mais engraçado é que desde que "VIAGRA" e "enlarge your penis" viraram palavras chave a serem bloqueadas, obrigatoriamente os spamzeiros se tornaram incrivelmente originais no que diz respeito aos "assuntos" de suas mensagens.
Ainda recebo os básicos Make your girlfriend or wife speechless with increased hardness, richer orgsms and more power in bed, ou Please confirm your Fifth Third Bank internet banking identity, mesmo que minha mulher esteja sem dizer nada na cama [ler post abaixo para entender], e mesmo que eu não tenha conta no Fifth Third Bank; aliás, nem no First.
Recebo esses e às vezes uns bastante prolixos, como remarriage ignite. Bacana, né?

Tem uma moda que são os "assuntos" começados com Re:. Pra quem não sabe Re: vem de referência, ou seja, geralmente você recebe um Re: como resposta a uma informação que você solicitou. Aí os exemplos são sensacionais, veja: Re: new ay, Re: new zi ou Re: xoien. Sensacionais, mas que porra é xoien?
Na mesma linha dos Re:, outra moda são os tests. Tem teste pra tudo: Re: tyzywu test, Re: ju test, Re: test bu, Re: test qu. Um dia eu vou ao médico e vou solicitar um teste bu. Deve ser bom. Ou será que não é no médico que se solicita um teste desses?

Agora; têm alguns subjects que colocam à prova o seu conhecimento de inglês, ou na verdade colocam à prova o seu conhecimento de qualquer tipo de comunicação. Estes são os que mais gosto, os mais difícies de resistir e não abrir, pois são a mais fina poesia cibernética, que a seguir tento traduzir pra você.
baptize soft-pedal - aqui imagino o batismo do pedal da sua bicicleta, mas um pedal bastante específico, um pedal suave.
lot otherwise general - se não for muito, pelo menos genérico.
lease which general Christian - faça um leasing com cada cristão em geral.
Affair Mobilecopy Reprint - o caso da reimpressão da cópia do celular.
head-to-head pretzel - luta onde você bate na cabeça do adversário com um pretzel.
tailor-made devastate - nesse você fica devastado com o resultado da roupa que veio do alfaiate.
today Saratoga Del - hoje vamos deletar Saratoga!

Obviamente esses spams todos são intrigantes, e também ridículos, mas imagino que se continuam enviando é porque alguns bananas entram sei lá onde essas mensagens te levam e acabam por comprar sei lá o que essas mensagens te vendem. Deve até ter gente, como no caso das pessoas que compram tudo do shoptime, que passam o dia abrindo spams e comprando.

Sei lá, cada um cada um. Mas se alguém estiver a fim de uma competiçãozinha de pretzel na cabeça, eu topo.



Escrito por ronas às 21h16

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11.11.2006

noite verde limão



I
Por motivos profissionais e antropológicos essa semana fui a um evento num desses lugares da Vila Olimpia onde quando você chega tem uns 35 vallet parkman esperando pra pegar seu carro e levar sei lá pra onde. Um deles avisa: é cortesia, basta carimbar na saída.
Nesses lugares da Vila Olimpia tudo parece filme do Walter Unibanco, asséptico. As hostess de 4 metros de altura parecem os espermatozóides de outro filme, do Woody Allen, "Tudo que você queria sobre sexo mas tinha medo de perguntar". E você identifica logo quem é quem no lounge, porque nas camisetas das varredoras tem uma ilustração de uma vassoura. Não tem foto mas eu juro.



Na Vila Olimpia as TVs têm alta definição e come-se salmão ou tomate seco, mas os drinques, porca miséria: você quer vodca sabor frutas vermelhas ou limão?, perguntou um dos cinco Tom Cruise que atendiam no bar. Sabor na vodca? Tá maluco? Tem uísque? Tem Jack Daniels, e a gente faz um drinque maravilhoso misturando com Ice Tea. Ah meu, me vê um cowboy. Nem uma pedrinha de gelo? Nem. O Tom Cruise ficou desolado.



Nesses lugares da Vila Olimpia a música tem pique de que a festa vai começar só que a festa nunca começa. Às vezes você ganha uma pulserinha que diz que você é VIP e pode entrar em lugares que os outros panacas como você não podem entrar. Daí você entra no área VIP e a única diferença é que tem menos gente. A pulseira VIP serve pra separar os panacas dos menos panacas e a sua dúvida no final é quem é quem.
Na Vila Olimpia, quando você vai pegar seu carro, o packman diz, bem rápido, disfarçando: é cortesia mas qualquer ajuda é uma gentileza. Se eu fosse da Vila Olimpia, sairia cantando os pneus.






II
Uma coisa boa da Vila Olimpia são as mulheres.
As mulheres da Vila Olimpia são chiques e famosas. Nasceram em berço de ouro e vivem nas baladas da noite. São modelos, diretoras de marketing, moças do universo do entretenimento. Todas de pretinho básico.
As mulheres da Vila Olimpia fizeram faculdade de publicidade ou psicologia [porque na verdade tanto faz, né?] e são loiras. Elas fazem curso de cerâmica durante a semana e vão pra Maresias no final da mesma. Têm carro próprio, e dirigem suas pick ups com adesivo da OAB como se fossem o Ayrton Senna. Mas vão pra Maresias nos carros dos seus pitbulls, porque com o preço abusivo da gasolina, dá pra quase fazer o cabelo da semana.
As mulheres da Vila Olimpia aprovam a vodca cítrica e o uísque com Ice Tea.

•••

Agora, complicado mesmo não é a Vila Olimpia, é Perdizes, um bairro muito perigoso. Dependendo da hora que você chega em casa, do cheiro na sua roupa, do sorriso nos seus olhos, o bicho pode pegar.





Escrito por ronas às 14h01

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10.11.2006

coisas que encontro pela frente



"Nós fabrica os diversão"



Escrito por ronas às 16h32

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coisas que eu NUNCA encontro pela frente



Jacqueline Bisset pronta pra um mergulho.



Escrito por ronas às 16h31

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c'est patetic



Muitos questionaram o que era o apelido Bob St. Clare, que adotei no Messenger recentemente.
Além de um potencial alter ego, Bob é personagem de "Le Magnifique" [Phillipe de Broca - !!!, 1973], filme que revi esses dias em dvd.
Lembrava vagamente de algumas cenas, mas o plot ficou vivo na memória desde de a primeira vez, possivelmente na Globo, e provavelmente por volta da época do lançamento [anos 70 com certeza]. De certa forma, a lembrança de alguns detalhes é um milagre, visto que minha memória é péssima. Já o filme é uma chanchada de primeira.
Bob é interpretado por um magnifíco [com o perdão da alusão] Jean Paul Belmondo. Ele é um misto de James Bond com Maxwell Smart/Austin Powers, com um charme e graça dignos de um francês dos anos 70 [whatever that means]. Bom, meus AMIGOS, e a parceira de Bob é nada mais, nada menos, que Jackeline Bisset [do Lux de luxo, acho]. A primeira cena em que ela aparece, com óculos que fariam os muderno plantar bananeira na frente da Diesel pra conseguir, Jackie, ou melhor, Christine, ou melhor, Tatiana, de outfit vermelho hiper sensual, diz para Bob: "quase nos perdemos, eu não consegui encontrar a baguete". A baguete seria a deixa pro blind date dos dois, mas não haveria como Tatiana passar despercebida.
O twist do que seria uma paródia de 007s, é que Belmondo é também o personagem François Merlin, um escritor de best-sellers de terceira categoria, que invariavelmente se coloca nas aventuras de Bob St. Clare. Assim como coloca o encanador e o eletricista para morrerem pelo serviço não feito na vida "real". O editor muquirana dos livros de François é o vilão que quer conquistar o mundo, tão Dr. Evil que traz até um gato [preto, no caso] para os momentos de tensão. E obviamente Christine é a vizinha gostosa que o escritor quer conquistar.
Essa mistureba é o grande lance do filme. De repente a faxineira de François aparece passando aspirador na areia de uma praia onde acontece uma luta sangrenta e entra por uma porta que leva a nada. Ou a máquina de escrever quebra e os diálogos acontecem sem a letra T. É sensacional.
"Le Magnifique" não foi lançado no Brasil. E a Globo não vai reprisar.



originalmente publicado no Atonal, em 11.01.2006



Escrito por ronas às 13h48

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09.11.2006

claquete de riso



Na firma onde trabalho constantemente tenho que assistir a aberturas de videogames. Geralmente acho as aberturas mais legais que os próprios jogos. E essa é uma das minhas preferidas. Clique aqui e veja.




Escrito por ronas às 17h41

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mais sobre o mais, o menos, e o nada



Após polêmica e estouro da banca de comentários, voltamos ao tema preferido desse blogue, os pêlos.
Como eu disse anteriormente, a questão é muito simples, tem gosto pra tudo. Mas como eu nunca disse anteriormente, a questão na verdade é bem complicada. Nem sei se quero falar sobre isso. Entre o banho e aqui já tive mil idéias e quase todas escaparam.
Uma coisa que pensei foi, que coisa difícil aqui, expostão, tentando fazer rir. Se a vida fosse legal ia ter sempre ao nosso lado aquelas claquetes de riso, mas não do Friends, sei lá, Maxwell Smart tava ok.
Outra coisa que pensei foi música. Putz foda. Deixa eu acender um cigarro. Pronto. Vou copiar um cd agora, emprestado pelo Alex lá do Atonal. É Magazine "Secondhand Daylight" [1979]. Não tenho certeza se já ouvi antes. Tenho o primeiro deles, me foge o nome agora, um disco muito bom. Tive em vinil e é da leva dos discos que tiveram que ser recomprados em cd.
O Magazine é a banda de Howard Devoto, figura importante na cena de Manchester em 78-79, que nessa época compunha/cantava no Buzzcocks. O Magazine veio depois e era mais experimental, acho que chamavam de art punk, sei lá. Tá tudo bem documentado no filme "24 hour party people".
De qualquer forma esse "Secondhand Daylight" é médio.

Sabe? Eu tô com um problema.
Vou trocar a música.
Coloquei The Moving Sideways, anos 60. Tem feito mais a minha cabeça.
Mas a quem isso interessa? Quem leu até aqui? Quem leu peidou e tá com a mão amarela.

O que me tem feito mesmo a cabeça é uma rádio invisível [não tem amigo invisível? Então] que criei com os amigos do wopblog. Na rádia, como chamamos, há por enquanto a troca de umas 50 canções. Vai de Angela Maria a Vashti Bunyan. A letra de "Pink Sugar Elephants", de Vashti, vai assim:
"I saw seventeen pink sugar elephants
sitting under a chesnut tree
I said good morning in pink sugar elephants
but they wouldn't speak to me
"
Ah meu, é a melhor letra do mundo, explica tudo.
Bom, o tempo tá acabando, vou dormir.
E pra não dizer que não falei de pêlos, uma pergunta. Em princípio, pras meninas: Vocês preferem um homem peludo ou um homem pelado?

PS: A foto, que em teoria "ilustraria" o texto, fiz em Espinho, Portugal, em 2004.

Escrito por ronas às 02h39

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07.11.2006

os meus problemas [02]

Já há algum tempo, meu irmão, Caco e eu, nos reunimos toda segunda-feira à noite para uma atividade bastante masculina. Cerveja? Não. Escalar o Everest? Não. Puteiro? Não de novo, e é melhor que tudo isso junto. Jogar videogame. Mais precisamente Winning Eleven, ou, traduzindo pro mulherês, futebol. É sem dúvida a atividade masculina mais completa que pode existir, e menti acima, já que nela, a atividade, está incluída a cerveja, a escalada do Everest e também o puteiro. Porque tocamos um entre os xingamentos aos próprios jogadores, às comemorações dos gols e tirações de sarro em geral. A escalada do Everest fica por conta da imaginação de cada um.

Quando iniciamos essa jogatina, acho que na versão 6, o Rogério, meu irmão, era o bom da parada. Era o dono da bola - no caso, do console de Playstation - e não tinha pra ninguém. Logo atrás vinha eu, e por fim, claro, o Caco, tão patético que inventamos o verbo cacar, para situações de jogadas ridiculamente executadas.

Com o tempo, e a cada versão do jogo, houve mudanças nessa ordem dos fatores, apesar do verbo cacar continuar em voga. Teve uma fase em que ninguém ganhava de mim, e, recentemente, o Caco era o rei, tal o uso espetacular que fazia das arrancadas do meu maior inimigo, o Adriano, da Inter de Milão. Na verdade havia um certo equilibrio entre a Inter e o meu Barcelona, enquanto meu irmão se deseperava num jejum de alguns meses.

Essa semana comprei uma versão mais atual e dei de presente para nós mesmos. Presente de russo, isso sim, porque ontem o Chelsea do Rogério humilhou todo mundo, e, para minha completa desgraça, fiquei a ver navios também no segundo campeonato [são dois por noite]. Considerando que a semana passada eu saí de lá bi-campeão, ontem a noite a dor de cabeça não foi resultado apenas do excesso de cervejas e cigarros.

E esse é um dos meus problemas.

Escrito por ronas às 00h29

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apocalipse now





Bem que eu avisei que o mundo tinha acabado. Acabou até mesmo antes do sonho. Eu disse pra minha sogra que tava desiludido e que achava que a música tinha acabado nos anos 60 e ela virou pra mim e disse: pois pra mim a música acabou no séc XVIII.
Mas como tudo se recicla, se transforma, morre, remorre e renasce, fiat lux, Marli na área, em dois hits de arrebentar com qualquer Mostra de Cinema, Oscar, VideoBrasil. Clique num dos abaixo.

Bertulina

Linha direta

Eu volto.


Escrito por ronas às 15h33

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igual que nem

Quatro e quinze da manhã. Não consegue dormir, né, filho da puta.
Tô tentando lembrar de como tudo começou. Foi devagar e cresceu, pra variar, mas como foi mesmo? Um curtocircuitozinho de merda detonou a coisa toda. De repente eu olhava pra ela e pensava, quem é essa louca? É, fui eu mesmo quem detonou o curto. Como assim de novo? Não, deixa eu explicar. Sabe aquelas vezes em que um dia calmo de repente se transforma em tempestade. Foi assim. Tá aquele silêncio e de repente escurece e os zumbidos do vento e do mar vão aumentando, tomam conta de tudo. Que nem na música dos Beatles, esqueci o nome. I read the news today oh boy. Então aquela cacofonia e ao fundo a voz dela aparece como cristais se partindo. Sabe, nós dois falamos grego. O problema é que ela me entende em uma outra língua que não é grego. Não sei qual é, nunca tentei descobrir. Assim ambos falamos grego sem nos entender. Como? Como é que sei que a entendo? Oras, eu sei, tá na cara. Ela é louca, já disse. Mas então, a voz como cristais, no tal crescendo. O que era uma frase é sobreposto por outra frase e outra frase e outra frase, igual naquele filme do Hitchcock. Não, tô confundindo, nesse filme as coisas giravam. Na minha história a coisa foi pior, as frases na voz de cristal partido se sobrepunham e as coisas giravam. E eu sem apoio. Era tudo luz e vento cegando. Sentia a bola de fogo embrulhando meu estômago, dilacerando vísceras. Febre na pele, naúsea. Tudo me levando pra longe. Catarse. O rosto em chamas, apavorado. Então olhei nos olhos dela e disse:
- Amor, onde você quer jantar essa noite?


originalmente publicado em "o caos sem Mambo", em 9.12.2004


Escrito por ronas às 13h59

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momentos lacanianos

(10.9.04 1:21:36)
eu: só uma coisa
ela: sim
eu: nessa conversa de hoje, onde vc acha que eu avancei em direção ao desconhecido que me aflige e que me faz ser o que eu sou? as vezes me parece tudo sem nexo.....
ela: vc tem razão

(24.8.04 22:23:47)
eu: vocês analistas só servem pra deixar pulgas atrás da orelha
ela: bom, fiquemos aqui
eu: ta
ela: com esta pulga


originalmente publicado em "o caos sem Mambo" em 16.09.2004

Escrito por ronas às 13h23

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chantagem emocional

Caro Galhardo,
como todo mundo sabe, há em nossas memórias de computador um livro escrito em parceria com esse que vos escreve. O que todos não sabem é que o embaço para tirar esse livro da lista de bagaças que temos que terminar na vida já têm anos e anos. Ou seja, chegou a hora de tomarmos uma atitude séria quanto a isso. Ou seja, caso o senhor não retome esse querido projeto em duas semanas, vou passar a publicar semanalmente os capítulos do referido livro neste blogue.

E tenho dito.

r

PS: Lembre-se, seu prazo é 21 de novembro, data de pagar o cartão de crédito e o celular.

Escrito por ronas às 13h14

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coisas que eu NUNCA encontro pela frente



Diane Lane cercada de elefantinhos azuis.


Escrito por ronas às 13h00

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coisas que encontro pela frente



Lixeiras do Promocenter, com informações traduzidas pro inglês e coreano.





Lambe-lambe pró voto nulo





Elefante do restaurante indiano lacto-vegetariano Gopala Prasada.
Dica para comer saudável [eca!] e barato [eba!]. Fica na rua Antonio Carlos, 413/429.


Escrito por ronas às 12h53

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04.11.2006

fim de feira









originalmente publicado em "caos 2003"


Escrito por ronas às 16h11

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03.11.2006

sobre Hitler e Marx



O sistema social na Alemanha em 1938. Nah, você não achou mesmo que eu ia escrever sobre isso. Na verdade estou aqui por causa da Nastassja Kinski na foto do post lá embaixo. Vamos falar de pêlos públicos femininos.

Ontem eu estava assistindo ao Sexytime [por motivos antropológicos, claro] e novamente deparei com a moda na raspagem da penugem [ou será pelugem?] ao redor da dita cuja. É engraçado perceber que várias modas foram e voltaram, mas, nesse quesito, nada mudou desde que o modelo Hitler substituiu o modelo Marx.
Lembro que na terna infância ver fotos de mullheres nuas era não só um sacrilégio secreto, como também quase impossível. As revistas nacionais, que meu pai devia esconder muito bem, mais pareciam propaganda de cerveja de hoje em dia do que uma revista masculina adequada aos anos 70, supostamente hippies. Lembro que pra ver alguma coisa mais "escabrosa" tinha-se que recorrer às raríssimas importadas, na linha radical sueca, ou, caso você fosse mais sensível [geralmente tachado de bicha], à maravilhosa revista Photo, que provavelmente foi homenageada pelo café, aquele. Na Photo as fotos eram consideradas obras de arte, e as mulheres, meu dEUS, eram a essência do desejo masculino. Nada de magricelas depenadas entupidas de silicone, não, ao contrário, havia carrrne e pêlos, muito pêlo. A curiosidade e a fantasia a respeito do que estava por trás era avassaladora, e acho que, quando deparados com a dura realidade, alguns homens se decepcionaram e foram para o lado negro da força [brincadeira, pô!].

Aparte: Sigo acreditando que o modelo atual de beleza não foi "produzido" para os homens, e sim é apenas um exercício narcisista dos tempos em que vivemos. Mas isso é outro assunto. E eu sou meio naive mesmo.

Mas então, pra mim, nas fantasias em torno da "mecânica feminina", nada como uma mulher que esconde mais um segredo a ser desvandado. É um pouco bullshit, mas entre Hitler e Marx minha escolha é simples. E sempre tem alguém que prefere um Telly Savalas.




Escrito por ronas às 19h42

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02.11.2006

escolha de sofia*

Caco falou sobre o assunto e meteu a família no meio. Blogue vizinho é assim, um peida, o outro escuta.
Meu dilema atual é manter dois blogues atualizados, às vezes um assunto vale pros dois e não sei em qual postar [êta verbinho...]. Os outros 8567 blogues vão sumindo do mapa...... Mas como disse a menina num comentário, aqui na Cacolândia a visibilidade é maior, então decidi que em alguns casos vou reproduzir aqui e . E vice-versa-vice. Chega de dúvidas.


* O título do post remete ao livro homônimo, de William Styron, que faleceu hoje. Em "Escolha de Sofia" desgraça pouca é bobagem; uma mãe polonesa tem que escolher qual dos dois filhos escapa do holocausto. Nada a ver com meu caso aqui, né?

Escrito por ronas às 16h08

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os meus problemas [01]



Nas Óropa aprendi a fumar cigarros de enrolar. Gostava de Drum ao invés de Samson, apesar da similaridade. Um amigo lá me contou que fumantes de um gostavam de Stones e fumantes do outro eram mais Beatles.

Quando voltei, depois de um tempo, começaram a importar esses cigarros e fui um homem muito feliz, mesmo que todas minhas camisetas tenham furos de brasa, assim como o sofá da minha cunhada, o que gerou uma saia justa familiar.
Foi legal também perceber que outras pessoas aderiram ao formato, e era que nem na propaganda do carro, se a gente tivesse uma buzina, iria buzinar pra outro fumante, tal a cumplicidade.

Aí pararam de importar os lights [de pacote amarelado], e mais tarde só encontrávamos Samson nas bancas. Rolavam boatos sobre o fim da importação geral. E recentemente ferrou. Inventaram de vender versões nacionais, o Parati e um outro que eu esqueci o nome. Nada contra coisas nacionais, o Marlboro aqui, por exemplo, é muito melhor que os estrangeiros. Mas não é o caso desses de enrolar. Os nacionais são "secos" e arranham a garganta. É porque aqui o fumo é só Virgínia e lá fora é um blend de Virgínia com Kentucky. Ainda assim, o Parati me dá menos dor de cabeça do um um cigarro normal, em parte graças aos papéis de arroz, de canhâmo, sem pólvora. Mas protesto e insisto, é bem inferior comparando com os gringos.

Dias desses a Mi foi pra Holanda e perguntou se eu queria alguma coisa. Sem pestanejar pedi o bom e velho Drum, o primeiro da foto, e uma raridade, que nem abri ainda, o Javaanse Jongens. E por alguns dias vou ser novamente um homem sem problemas.

Escrito por ronas às 12h51

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1500 assuntos

Anoto no papel porque tem futebol na TV e eu com futebol na TV é doença. No final da tarde perguntou ao telefone: vem direto pra casa? Vou. Algum programa? Futebol na TV. Nem do meu time é o jogo. Coitada da .
Mas passei na locadora antes. Tinha uma promoção de feriado com 7 filmes por 7 dias por 14 reais. Nada como locadora de bairro. É fácil locadora de bairro, nas prateleiras drama é drama, ação é ação e infantil é infantil. Dia desses entrei numa Blockbuster depois de uns 1500 anos e tinha uma prateleira de Assuntos Especiais. Que caralho é filme de assuntos especiais?
Daí que peguei 7 filmes na locadora do bairro.
Bem rápido. "As pontes de Madison", do Clint Eastwood. Andei numa fase Clint e faltava esse que talvez seja meio baba.
Dois clássicos, daqueles que dá pra assistir a vida inteira. "Quanto mais quente melhor", de Billy Wilder; com Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemmon. E peguei um Fellini, "E la Nave va". Ambos dispensam comentários e eu assisto a vida inteira.
"Machuca" é recente e ouvi falar bem, tipo drama político sulamericano. "Rosalie vai às Compras" é semi-clássico, pra quem freqüentava Mostra de Cinema nos anos 80. Esse sempre ouvi falar mas não vi.
Aluguei também "Babe, o porquinho atrapalhado", pra ver junto com a Bia. É demais de bom. Mas aí vou ler as informações atrás e não é dublado em português. Por que caralho lançam filme pra criança sem dublar? FDPs.
Uma vez fui ver "A Fábrica de Chocolate" com Tarsila e Caco. Quando chegamos lá não era dublado e passamos o filme todo contando a história pra pobrezinha, mas não foi um problema porque todos os pais estavam fazendo a mesma coisa e ela se divertiu perguntando ora pro Caco, ora pra mim.
E pra finalizar outro recente, "A vida secreta dos dentistas", drama que só tá no bolo porque é difícil escolher 7 filmes.
Amanhã é quinta feriado e vou trabalhar pra evitar a sexta. Minha analista disse que esse ano foi de quinta. Vários feriados cairam na quinta. Eu trabalhei em todos pra evitar a sexta. Se um dia eu for presidente todo mundo só trabalha nos feriados. Vote em mim.
cozinha um macarrão com vongole. Diz: nunca cozinhei vongole, será que é como se cozinha os outros mariscos? E eu lá sei. Minha dúvida é se vongole é com e ou com i.
Gol de rabo do Corinthians. Palmeiras se fudeu de novo, 10 gols no Paraná, Grêmio caindo, intervalo, notícias do Jornal da Globo, o trânsito do feriado, os aeroportos, uma senhora presa por tacar fogo numa velha, boa noite Kléber.
Paro pra pensar, faltam só 1493 assuntos.

Escrito por ronas às 01h38

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01.11.2006

ELE adora brincadeira

Existe na astrologia uma vertente esotérica, e nela um tal de nódulo lunar, muito interessante, nos determina um aprendizado nessa vida. Aparentemente o nódulo solar diz o que você já sabe e não precisa aprender. Assim sendo, tratei de esquecer do que se travava e atei-me ao que realmente importa, o lunar. E o que realmente importa é dinheiro. Não me culpem, é o que diz meu nódulo lá. Estou na terra pra cuidar dos bens materiais.

Curioso; diz-se que no meu nascimento houve o seguinte diálogo entre Deus e eu. Ele perguntou:
- Você quer dinheiro ou mulhe...
- Mulheres! ... Não! Não! Dinheir....
- Tarde demais!


originalmente publicado em "o caos sem mambo".

Escrito por ronas às 19h35

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coisas que encontro pela frente



Fernanda com uma coisa que só o universo feminino poderia inventar.


Escrito por ronas às 13h13

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